Acaba não sendo devido a praticas realizadas em tempos passados que deveriam ter sido extintas, por leis criadas mais não executadas ou quem sabe até mesmo pela conduta ética adquirida.
O trabalho escravo caracterizado pela não remuneração do funcionário, remonta também a ausência de liberdade social, e indica a propriedade de um ser sob outro. Se questionado há algum brasileiro sobre, provavelmente termos como resposta que essa pratica só era desenvolvida durante o período colônial, onde os negros eram trazidos da África, para realizarem diversos trabalhos, desde a agricultura até a exploração mineral. Nos enganamos e muitos são enganados ao pensar que essa espécie de trabalho se extinguiu com a produção de leis como a Áurea e a Eusébio de Queirós.
Ora, se ele não foi extinto, é porque existe. Como? Dizem que estamos em uma era global onde há grande desenvolvimento de países e até um possível regresso de alguns. Essa espécie de trabalho, acaba encontrando incentivo na mão de produtores que pensam em investir menos e lucrar mais, e até que da certo - utilizando pessoas no caso mais famoso brasileiro -, o 'boia-fria' que recebe menos de R$20 reais para retirar cana a cada um hectare.
Notamos então que os grandes produtores necessitam de uma grande produção para suprir o 'mundo' e o próprio bolso deles, a chave do problema está vinculada desde a época do período colonial onde os negros eram presos ou comprados, graças a superioridade dos brancos de terem o direito a catequização, a solução seria colocar em vigor novos artigos na constituição dos direitos humanos, e também ela vaium pouco do concreto ou escrito, trata-se de uma questão de ética, de não haver um melhor que outro, superioridade, indiferença que são superados graças a um pensamento eticamente correto, mudando o modo de como se olham as pessoas, é que as pessoas que olhamos mudam.